Cada barra é um mês, dividida em passeio, comercial e moto. Em VMD e VMDeq a barra é a média diária do mês (volume pagante dividido pelos dias com dado); em Total, a soma do mês. A linha é a média móvel de 12 meses do total, que tira a sazonalidade. As marcas verticais mostram troca de concessionária no mesmo contrato e meses sem dado na fonte.
A variação compara a soma de todas as praças de um ano com a do anterior, e sobe quando entram praças novas. Mesmas praças compara, mês a mês, só as praças presentes nos dois anos: é o crescimento do tráfego em si.
Os dois anos mês a mês, com todas as praças que reportaram. Para trocar o par, clique numa linha da matriz ao lado.
Cada célula é a variação do mês contra o mesmo mês do ano anterior. Verde subiu, vermelho caiu. Clique numa linha para levá-la ao gráfico.
Cada veículo entra na classe dos eixos que pagou na praça (o multiplicador da tarifa), e não na categoria que a concessionária informa à ANTT. É a mesma regra da aba Número N.
Caminhão vazio com eixo suspenso não paga esses eixos e conta pelos que pagou: um de 9 eixos com 3 suspensos aparece em 6 eixos.
O multiplicador é o da tabela de tarifas, sem os descontos de tag, de usuário frequente ou de outra política da concessão. Por isso o VMDeq mede o tráfego em eixos e não é a receita.
Ficam pela categoria informada, porque não há eixo cobrado para ler: os isentos, os meses que a ANTT publica só na tabela antiga, sem multiplicador, e os poucos registros com multiplicador fora da tabela de tarifas. A moto conta sempre como moto.
Quando, num ano, 5% ou mais dos comerciais do recorte pagaram mais eixos do que a categoria informada, o rodapé do gráfico avisa. A conta junta os dois sentidos e todas as formas de cobrança, por isso o aviso não aparece com um sentido escolhido.
A aba abre com Detalhar classes ligado: uma cor por tipo e número de eixos cobrados, e clicar na legenda esconde ou mostra a classe. Clique no botão para alternar com a visão Passeio × Comercial, em que o passeio inclui as motos. Dentro de cada parte vai a participação no ano, e no topo da barra o valor do ano.
Automática = tag e leitura de placa (free flow); manual = cabine. A fonte informa a forma de cobrança a partir de 2024.
As 20 maiores no ano escolhido. Clique numa barra para abrir a evolução da concessão. "Parcial" = menos de 12 meses reportados no ano.
O N é quantas vezes o eixo padrão de 8,2 tf passa pela faixa de projeto: é o tráfego que dimensiona o pavimento. N do ano = veículos comerciais do ano no sentido × FV (eixos padrão por veículo) × FD (fator de faixa); em 10 anos, N do ano × [(1+t)10 − 1] / t.
Com o sentido em "Ambos", cada praça aparece no sentido de maior N. Passeio e moto não entram. Clique numa linha para ver o que forma o N daquela praça.
A base de pedágio conta eixos cobrados, sem peso: a configuração de eixos de cada classe e a carga são hipóteses, editáveis em "Hipóteses".
Por classe de veículo: a barra clara é a parte no tráfego de comerciais, a escura é a parte no N. Barra escura maior = a classe pesa mais no pavimento do que no tráfego.
Barras = veículos isentos no mês (passagens com multiplicador de tarifa zero), por tipo. Linha = participação dos isentos no tráfego total do mês, no eixo da direita. A ANTT só informa isentos desde jan/2024; antes disso não há como separar.
Barras = autos de infração da ANTT no mês (código 7730). Linha = autos por mil veículos que passaram pelas mesmas praças no mesmo mês, no eixo da direita. Barras cinza = meses em que a ANTT já publicou autos mas ainda não publicou o tráfego, sem taxa.
Auto é multa, não passagem: não soma nem subtrai do volume das outras abas. "Evasão em praça" = passar pela cancela sem pagar; "Free flow" = não pagar o pórtico no prazo (quase todos esses autos foram cancelados ou suspensos).